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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
PEIXE OSCAR
O Peixe Oscar é um peixe de característica muito marcante e de personalidade forte, além de ser um peixe muito resistente. São peixes capazes de reconhecer seu dono, tolerando em muitos casos o contato físico, o que leva eles a serem considerados como “petfish”. Além dessas características o Oscar tem uma inteligência muito grande, o que permite alguns tipos de truques. Um dos mais utilizados é o de o peixe bater em uma parte determinada do vidro do aquário como forma de pedir comida.

O Peixe Oscar é um peixe de característica muito marcante e de personalidade forte, além de ser um peixe muito resistente. São peixes capazes de reconhecer seu dono, tolerando em muitos casos o contato físico, o que leva eles a serem considerados como “petfish”. Além dessas características o Oscar tem uma inteligência muito grande, o que permite alguns tipos de truques. Um dos mais utilizados é o de o peixe bater em uma parte determinada do vidro do aquário como forma de pedir comida.
A Peixe Oscar é um peixe muito territorialista, mas não necessariamente agressivo. Podem até mesmo ser mantidos com outros peixes dentro do mesmo aquário, da mesma espécie ou de outras, desde que esses outros peixes sejam do mesmo tamanho que o Oscar, pois o Oscar tem a tendencia de ver como alimento tudo o que é menor que ele.
Mesmo sendo fácil de ser mantido em aquários, o Peixe Oscar requer alguns cuidados para poder ter sua vida útil aumentada e deixá-los ainda mais vistosos e vibrantes. Segue a ficha técnica do Peixe Oscar:
Nome popular:
São conhecidos com o nome de Peixe Oscar, Apaiari ou Acará-Açu
São conhecidos com o nome de Peixe Oscar, Apaiari ou Acará-Açu
Nome científico:
Foi batizado de Astronotus ocellatus
Foi batizado de Astronotus ocellatus
Origem:
São peixes encontrado na América do Sul, mas especificamente na região amazônica.
São peixes encontrado na América do Sul, mas especificamente na região amazônica.
Temperatura:
Para manter a qualidade do habitat ideal para o Peixe Oscar, a água deve estar entre 22°C e 28°C, mas de preferência manter em 25°C.
Para manter a qualidade do habitat ideal para o Peixe Oscar, a água deve estar entre 22°C e 28°C, mas de preferência manter em 25°C.
Água:
O pH da água deve ficar entre 6.0 a 7.5
O pH da água deve ficar entre 6.0 a 7.5
Alimentação:
O Peixe Oscar é um peixe de alimentação onívora com tendencia para alimentação carnívora, mas aceita muito bem as rações industrializadas do tipos pellets. Mas devemos alimentar o Oscar periodicamente com alimentos congelados e vivos para manter sempre a saúde dos peixes e uma ótima aparência.
O Peixe Oscar é um peixe de alimentação onívora com tendencia para alimentação carnívora, mas aceita muito bem as rações industrializadas do tipos pellets. Mas devemos alimentar o Oscar periodicamente com alimentos congelados e vivos para manter sempre a saúde dos peixes e uma ótima aparência.
AQUARISMO
PEIXES DE ÁGUA DOCE
O Rasbora Galaxy é um peixe muito calmo e tímido, que vai preferir passar grande parte do tempo escondido em meio a vegetação de seu aquário, mesmo quando mantido em cardumes de uns 5 indivíduos. Mas esse é um comportamento normal do peixes, que chega a afetar até a sua alimentação, que não é das mais vorazes, e em muitos casos precisamos ficar atentos para ver se eles conseguiram se alimentar, especialmente quando estão em aquários comunitários.

PEIXES DE ÁGUA DOCE
O Rasbora Galaxy é um peixe muito calmo e tímido, que vai preferir passar grande parte do tempo escondido em meio a vegetação de seu aquário, mesmo quando mantido em cardumes de uns 5 indivíduos. Mas esse é um comportamento normal do peixes, que chega a afetar até a sua alimentação, que não é das mais vorazes, e em muitos casos precisamos ficar atentos para ver se eles conseguiram se alimentar, especialmente quando estão em aquários comunitários.
Nome popular:
São conhecidos com o nome de Rasbora Galaxy
São conhecidos com o nome de Rasbora Galaxy
Nome científico:
Foi batizado de Danio margaritatus
Foi batizado de Danio margaritatus
Origem:
São peixes encontrado na Ásia e no Myanmar.
São peixes encontrado na Ásia e no Myanmar.
Temperatura:
Para manter a qualidade do habitat ideal para o Rasbora Galaxy, a água deve estar entre 18°C e 26°C, mas de preferência manter em 23°C.
Para manter a qualidade do habitat ideal para o Rasbora Galaxy, a água deve estar entre 18°C e 26°C, mas de preferência manter em 23°C.
Água:
O pH da água deve ficar entre 5.7 a 7.5
O pH da água deve ficar entre 5.7 a 7.5
Alimentação:
O Rasbora Galaxy é um peixe de alimentação onívora, aceitando muito bem os alimentos industrializados a base de proteínas animal e vegetal, podendo ser em grãos ou flocada. Alimentos congelados e alimentos vivo também devem fazer parde de sua dieta semanal. Devemos sempre lembrar de dar preferencia aos alimentos vivos de ótima qualidade que farão com que os peixes mostrem todo o potencial de suas cores e mantem sua saúde saudável.
O Rasbora Galaxy é um peixe de alimentação onívora, aceitando muito bem os alimentos industrializados a base de proteínas animal e vegetal, podendo ser em grãos ou flocada. Alimentos congelados e alimentos vivo também devem fazer parde de sua dieta semanal. Devemos sempre lembrar de dar preferencia aos alimentos vivos de ótima qualidade que farão com que os peixes mostrem todo o potencial de suas cores e mantem sua saúde saudável.
FISIOTERAPIA
GASOMETRIA ARTERIAL

GASOMETRIA ARTERIAL
A gasometria arterial é um exame invasivo que permite a avaliação da condição respiratória e metabólica, levando em consideração as diversas variáveis que podem modificar significativamente as concentrações dos gases sanguíneos e, consequentemente, o valor do pH, que pode culminar em uma série de prejuízos para o organismo. As alterações no equilíbrio ácido-básico podem ser de origem cardíaca, renal, endócrina, infecciosa, overdose, entre outras.
As concentrações dos gases arteriais também podem ser obtidas para a avaliação e decisão sobre a terapia existente, tal como a ventilação mecânica (VM), direcionando a mudança nos parâmetros ventilatórios (FiO2 – fração inspirada de oxigênio; PEEP – pressão expiratória final positiva; FV – frequência ventilatória; pressão de pico; pressão inspiratória máxima; relação I:E; modo ventilatório, e a administração de bicarbonato de sódio ou terapia com acetazolamida.
No exame são avaliados os seguintes parâmetros:
– pH (Potencial Hidrogeniônico): determina o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade do sangue. O valor que vai de 0 a 14, sendo 7 o valor mais neutro possível, o mais próximo do 14 indica alcalinidade e mais próximo do 0 indica acidez. Um pH dentro dos limites da normalidade não significa, necessariamente, a ausência de distúrbio ácido-básico, visto que podem haver mecanismos compensatórios em ação momento da avaliação.
pO2 (Pressão Parcial de Oxigênio): exprime a eficácia das trocas de O2entre os alvéolos e capilares pulmonares, medido em mmHg. Depende diretamente da pressão parcial de oxigênio no alvéolo e da capacidade de difusão deste gás.
– pCO2 (Pressão Parcial de Gás Carbônico): exprime a eficácia da ventilação alveolar, medido em mmHg. Assim como o oxigênio, a troca é realizada por meio da hematose, obedecendo o grau de difusão dos gases pulmonares.
– HCO3 (Bicarbonato): metabólito que participa do processo do sistema tampão, cujas alterações sugerem desequilíbrios de natureza metabólica. Expresso em mEq/L.
SpO2 (Saturação de Oxigênio): exprime a saturação, em proporção (%), das oxiemoglobinas carreadoras do oxigênio, ou seja, mede a capacidade das células de reter e distribuir o oxigênio para os tecidos.
– BE (Base Excess): indica o grau (índice) de retenção ou excreção de bases pelo organismo. Se abaixo do valor de referência, indica que o organismo perdeu bases e, se acima, indica a retenção de bases.
Coleta
O material é obtido por meio de coleta por punção percutânea e pode ser realizada nas artérias radial, braquial, femoral ou dorsal do pé. No entanto, os sítios mais comumente utilizados são o radial e dorsal do pé devido ao fácil acesso. Cabe ressaltar que se trata de um procedimento privativo do enfermeiro devidamente capacitado por se tratar de um procedimento de maior complexidade. Segundo Decreto Lei 94.406/87 – Art.8 e conforme Resolução COFEN 390/2011.
A coleta na artéria radial exige a avaliação prévia da existência de fluxo sanguíneo contralateral suficiente por meio do teste de Allen, sobretudo para pacientes que apresentem fatores de risco relacionados a distúrbios cardiovasculares e de coagulação.
O teste é realizado comprimindo ambas as artérias no nível do punho com as duas mãos do profissional. Feito isso, solicita-se ao paciente que abra e feche a mão até que a mesma se apresente pálida. O examinador deverá liberar a pressão exercida de uma das artérias e avalia-se o retorno da coloração normal, repetindo-se a manobra na outra artéria. O teste será positivo quando o enchimento é rápido (até 5 segundos) em alguma das artérias (CRUZ; FIGUEIREDO, 2004).
Em casos de Teste de Allen negativo, ou seja, o retorno da circulação for maior que 5 segundos devemos avaliar a realização da punção em outro local.
MATERIAIS UTILIZADOS PARA A COLETA
- Seringa para gasometria (heparinizada) ou seringa comum de 3 mL, aspirando a heparina (em torno de 1 mL) e devolvendo o conteúdo para o frasco.
- Agulha 25×7 ou Scalp nº 21.
- Um pacote de gaze estéril ou algodão.
- Clorexedina alcoólica a 0,5%.
- Luvas de procedimento.
- Bandeja limpa com álcool 70%.
EXECUÇÃO DA TÉCNICA DE COLETA
- Lavagem das mãos.
- Preparo do material.
- Comunicar ao paciente ou acompanhante quanto ao procedimento que será realizado.
- Escolher o local da punção.
- Realizar o teste de Allen se o local for a artéria radial.
- Colocar o membro em hiperextensão.
- Realizar assepsia do local com a Clorexidina alcoólica em movimento retilíneo.
- Introduzir a agulha ou scalp a 45° para artéria radial e 90° no caso da artéria femoral.
- Coletar de 1 a 3 mL de material.
- Após a retirada da agulha realizar a compressão vigorosa local de 3 a 5 min.
- Realizar o curativo compressivo na região.
- Realizar a anotação de enfermagem contemplando informações sobre o procedimento e possíveis eventos adversos que ocorreram.
- O material a ser analisado deverá ser acondicionado em um recipiente de conservação térmica e entregue no laboratório em até 30 min.
VALORES DE REFERÊNCIA E INTERPRETAÇÃO
- pH = 7,35 a 7,45
- pO2 = 80 a 100 mmHg
- pCO2 = 35 a 45 mmHg
- HCO3 (Bicarbonato) = 22 a 28 mEq/L
- Saturação de O2 ≥ 95%
- BE = -2 a +2
A interpretação deste exame, para identificação do tipo e etiologia do distúrbio, depende da análise conjunta dos dados, uma vez que eles estão inter-relacionados.
O pH abaixo dos valores de referência indica meio ácido e acima indicam meio alcalino. Qualquer fator que reduza a ventilação pulmonar, retém CO2 e aumenta a concentração deste na corrente sanguínea, e consequentemente, do ácido carbônico por conta da reação H2O (água) + CO2 (gás carbônico) = H2CO3 (ácido carbônico), o que contribui para a diminuição do pH, resultando em Acidose Respiratória. Esta pode possuir diversas causas como lesão no centro respiratório, obstrução das vias aéreas, infecções respiratórias agudas, edema pulmonar, entre outras.
Quando a ventilação pulmonar está aumentada, a pressão parcial de CO2diminui, ou seja, há aumento na difusão entre CO2 e O2 ocorrendo uma maior liberação de gás carbônico, consequentemente a liberação de íons H+ é menor, bem como a reação do ácido carbônico, aumentando do pH que resulta em Alcalose Respiratória. Pode ser causada por hiperventilação secundária à ansiedade ou por VM, lesões no SNC, tumores, encefalites, hipertensão intracraniana, entre outras.
Em conclusão, alcalose e acidose metabólica são causadas pela alteração nas concentrações de HCO3, sendo acidose quando ocorre a diminuição da concentração deste íon e alcalose quando ocorre elevação. Pode ser causada por insuficiência renal, cetoacidose diabética, perdas excessivas de bases (diarreia), hipóxia, entre outras.
Exemplo de interpretação 1:
Resultado:
- pH = 7,52
- pCO2 = 30 mmHg
- HCO3 = 24 mEq/L
Interpretação:
O pH aumentado significa alcalose, a pCO2 diminuída significa diminuição da acidez pela via respiratória e o HCO3 está normal. Portanto tem-se uma alcalose respiratória (não compensada).
Exemplo de interpretação 2:
Resultado:
- pH = 7,48
- pCO2 = 48 mmHg
- HCO3 = 36 mEq/L
Interpretação:
O pH aumentado significa alcalose, a pCO2 aumentada significa aumento da acidez pela via respiratória e HCO3 aumentado significa diminuição da acidez pela via metabólica. Portanto, tem-se uma alcalose metabólica parcialmente compensada.
Exemplo de interpretação 3:
Resultado:
- pH = 7,3
- pCO2 = 60 mmHg
- HCO3 = 30 mEq/L
Interpretação:
O pH diminuído significa acidose, a pCO2 aumentada significa aumento de ácidos pela via respiratória e o HCO3 aumentado significa . Portanto, tem-se uma acidose respiratória parcialmente compensada.
Novas publicações irão abordar o manejo de alterações dos gases sanguíneos bem como destacar os sinais e sintomas de cada situação.
REFERÊNCIAS
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN. Parecer COREN-SP 004/2013 – CT PRCI nº 102.931/2012. Ementa: Realização de Gasometria Arterial por profissional de enfermagem. [on line]. Disponível em: http://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2013_4.pdf [Jun/17]
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo – COREN. Parecer COREN-SP CAT Nº 21/2009. [on line]. Ementa: Cateterização arterial por enfermeiros para coleta de sangue e realização de gasometria. Disponível em: http://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/parecer_coren_sp_2009_21.pdf [Jun/17]
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN Nº 390/2011. [on line] Disponível em http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-n-3902011_8037.html [Jun/17].
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